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junho 2020
FILMES QUE JÁ FORAM CONSIDERADOS PERDIDOS - PARTE 5
Hoje trago pra vocês a última parte de uma série de listas dedicadas a filmes mudos que já foram considerados perdidos.
Anna Christie (1923)
Baseada na peça de Eugene O'Neill, escrita dois anos antes, essa foi a primeira versão da história de Anna, uma moça atormentada pelo seu passado e que não mantém uma relação muito boa com seu pai. Essa versão passou anos sendo considerada perdida, até que uma cópia foi encontrada nos anos 70.
Chicago (1927)
Com produção de Cecil B.DeMille, esse filme foi baseado em uma história real. Passou anos na obscuridade, fazendo com que muitos historiadores de cinema acreditassem que ele fosse um filme perdido.
Humoresque (1920)
Dirigido por Frank Bozarge, foi o primeiro filme a receber um prêmio na categoria de melhor filme. Esse prêmio, veio anos antes do Oscar e foi concebido pela revista Photoplay. Ele foi redescoberto em 1986 nos arquivos da Warner, que havia refilmado a história na década de 40.
Apuros da Nobreza (Her Wild Oat)
Estrelado por Colleen Moore, uma das mais carismáticas e populares atrizes de comédia no cinema mudo, foi redescoberto em 2001.
Vida Airada (Synthetic Sin)
Produzido em 1929, teve parte de sua trilha sonora perdida. Existe uma cópia na Cinemateca de Milão, mas incompleta.
Hoje trago pra vocês a última parte de uma série de listas dedicadas a filmes mudos que já foram considerados perdidos. Anna Christie (1923)...
A LETRA ESCARLATE (THE SCARLET LETTER), 1926
Escrito por Nathaniel Hawthorne e publicado em 1850, "A Letra Escarlate" (The Scarlet Letter), foi um dos primeiros livros a serem produzidos em massa nos EUA. O livro tornou-se tão popular que chegou a ter obras de arte inspiradas em sua personagem principal. Foi um dos primeiros livros a serem impressos nos EUA. Até então, os livros eram feitos manualmente e depois vendidos. Sua primeira tiragem de 2.500 cópias, esgotou-se em torno de dez dias.
A primeira adaptação para o cinema é datada de 1908, como um curta. Entre 1908 e 1913 foram produzidos alguns curtas baseados no livro, até que em 1917 foi produzido o primeiro longa (possivelmente perdido). Em 1926, foi produzida a versão cinematográfica muda mais famosa baseada no livro. Dirigida pelo sueco Victor Sjostrom, teve Lillian Gish e Lars Hanson nos papéis principais. Esse foi o segundo filme de Lillian Gish sob contrato da MGM. Lillian, vinha de um contrato com a Biograph e também de uma parceria de sucesso com D.W. Griffith. Lillian assinou contrato com a MGM, em busca de maior controle criativo.
Uma mulher é acusada de adultério e grávida, acaba sendo estigmatizada pelos moradores de uma vila conservadora. Ela, recusa-se a revelar a identidade do pai da criança e carrega o estigma do adultério sozinha. Ela é obrigada a usar roupas com a letra "A" bordada. A letra "A" significa o adultério que a mulher cometeu e ela é obrigada a usar isso até o final de sua vida.
Sua situação piora, quando seu marido dado como morto, reaparece e decide ir em busca da identidade do pai da criança. Após sair da prisão, ela leva uma vida extremamente miserável, fazendo bordados. O pastor que é o pai da criança, é forçado pelos superiores a descobrir a identidade do pai da criança. A história ganhou diversas versões posteriormente: em 1934, com Coleen Moore, em 1973, com direção de Win Wenders, em 1995 com Demi Moore, entre outras.
Escrito por Nathaniel Hawthorne e publicado em 1850, "A Letra Escarlate" (The Scarlet Letter), foi um dos primeiros livros a ser...
FILMES MUDOS QUE GANHARAM REMAKES SONOROS - PARTE 3
Confira a terceira parte da lista de filmes mudos que ganharam remakes sonoros.
Baseado no livro escrito dois anos antes, essa versão trouxe Ronald Colman no papel principal. Colman recebeu diversos elogios a respeito de seu desempenho no filme e o filme foi um dos primeiros a receber um prêmio da revista Photoplay. Foi refilmado em 1939, com Gary Cooper no papel principal, em 1969, além de ser adaptado como minissérie televisiva em 1982.
A versão mais popular desta história é a de 1937, estrelada por Barbara Stanwyck, sendo considerada uma de suas maiores performances. Barbara chegou a ser indicada ao Oscar por esse papel, mas não conquistou a estatueta. Esse episódio é considerado por muitos cinéfilos, uma das maiores injustiças já cometidas no Oscar. Essa versão de 1925, é dirigida por Henry King. Além da versão de 1937, há também uma versão feita em 1990.
Essa ainda não foi a primeira adaptação da peça escrita por Wilson Barrett. Há um curta datado de 1904. Em 1932, foi produzida uma nova versão dirigida por Cecil B. DeMille, com Claudette Colbert e Fredric March. Essa se tornaria a versão mais famosa da obra.
Baseada no romance escrito por Henry De Vere Stacpoole em 1908, essa foi a primeira e é também a versão mais obscura da história. Foi refilmada em 1949 e 2012, mas a versão mais popular é a de 1980, estrelada por Brooke Shields.
Esse filme é considerado perdido. Foi refilmado em 1933, com Marlene Dietrich no papel principal e com direção de Rouben Mamoulian.
Confira a terceira parte da lista de filmes mudos que ganharam remakes sonoros. Beau Geste (1926) Baseado no livro escrito dois anos antes, ...
RESENHA - GRETA GARBO + R. W. FASSBINDER - OBRAS-PRIMAS DO CINEMA
A Obras-Primas do Cinema trouxe para o mercado duas edições bastante especiais: uma da atriz Greta Garbo e outra do diretor alemão Rainer Werner Fassbinder. A edição da atriz Greta Garbo, traz os seguintes filmes em dois discos: "A Carne e o Diabo" (um de seus maiores êxitos no cinema mudo, lhe trazendo a alcunha de "Vamp"), "Anna Christie" (seu primeiro filme falado), "O Véu Pintado" e o inédito "Madame Waleska". Uma curiosidade sobre "O Véu Pintado", é que ele foi lançado pela Colecione Clássicos em péssima qualidade. Desta vez, a Obras-Primas do Cinema traz o filme em uma qualidade de imagem e som infinitamente superiores. Quem tem a edição antiga, pode trocar por essa tranquilamente. Nos extras, há o final alternativo de "A Carne e o Diabo", um trecho de "A Mulher Divina", o único filme considerado perdido estrelado por Garbo e por último, um documentário de cerca de dez minutos sobre a atriz, narrado por mim. A edição do diretor Fassbinder, traz seis filmes em três discos: "As Lágrimas de Petra von Kant", "O Medo Consome a Alma", "O Direito do Mais Forte é a Liberdade", "Eu Só Quero que Vocês me Amem", "O Soldado Americano" e "Deuses da Peste". Todos os filmes estão com a imagem espetacular, valorizando o aspecto fotográfico de todos os filmes. Nos extras há entrevistas com o diretor de fotografia Michael Ballhaus, com a atriz Brigitte Mira, com o compositor Peer Raben e com o próprio Fassbinder.
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Os dois lançamentos, já estão disponíveis para compra no site oficial da empresa, Colecione Clássicos. Clique na foto abaixo e seja direcionado para o site da distribuidora e confira os últimos lançamentos, além do catálogo disponível. Os lançamentos da Obras-Primas do Cinema, você também encontra nas lojas: Amazon e Vídeo Pérola.
Próximos Lançamentos
A Obras-Primas do Cinema trouxe para o mercado duas edições bastante especiais: uma da atriz Greta Garbo e outra do diretor alemão Rainer W...
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