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CINEMATECA - UM SONHO SEM LIMITES (TO DIE FOR)
"Um Sonho sem Limites" (To Die For) mistura humor negro, drama e ainda possui uma trama policial. O filme foi realizado em 1995, sendo dirigido por Gus Van Sant, com Nicole Kidman, Matt Dillon e Joaquin Phoenix nos papéis principais. O roteiro é baseado no livro de mesmo nome publicado em 1922, escrito por Joyce Marnayd, que se baseou na história real de Pamela Smart. Pamela era uma coordenadora de uma escola, que foi presa sob acusação de seduzir e convencer um estudante de 16 anos, a matar o seu marido. O julgamento de Pamela foi o primeiro julgamento a ser televisionado nos Estados Unidos. Pamela foi sentenciada à prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional, por sua parte no crime.
O filme mostra a história de Suzanne Stone (Kidman), uma repórter do tempo em uma estação de Tv a cabo em uma cidadezinha. Suzanne sonha em ser âncora do telejornal, porém ela sente que o que a impede de realizar seus sonhos é o seu marido Larry (Dillon). Então simplesmente Suzanne decide matá-lo. Para isso ela seduz e contrata Jimmy (Joaquin Phoenix) e o influencia a dar cabo de seu marido, o que acaba acontecendo, porém o plano acaba não saindo da forma planejada e a família de Larry passa a desconfiar de que Suzanne tem algo a ver com a morte dele.
No livro em que o filme foi baseado, Suzanne afirma que ela gostaria de ver "a atriz que se casou com Tom Cruise" interpretá-la em um filme sobre sua história. A autora do livro referia-se a Nicole Kidman. Mesmo com essa menção no livro, Nicole não foi a primeira escolha para o papel de Suzanne. Originalmente os produtores queriam Meg Ryan, inclusive chegaram a oferecer 5 milhões de dólares e mesmo assim Meg recusou. Após a recusa de Meg, várias atrizes foram abordadas para o papel como Jodie Foster, Michelle Pfeiffer, Uma Thurman, entre outras.
Nicole Kidman leu o roteiro e se interessou pela personagem, ela chegou a descobrir o número de telefone de Gus e passou cerca de 40 minutos convencendo-o a lhe dar o papel. Após duas horas Nicole recebeu o retorno do diretor, dizendo que ela fora escolhida para o papel. Nicole recebeu 2 milhões de dólares para interpretar Suzanne, menos da metade que foi oferecida à Meg Ryan.
O desempenho de Nicole Kidman nesse filme, serviu de inspiração para várias outras atrizes posteriormente, dentre elas Rosamund Piker no filme Garota Exemplar (Gone Girl) de 2014. Nicole Kidman, foi indicada ao Bafta e ganhou um Globo de Ouro na categoria de Melhor Atriz, porém foi esnobada pelo Oscar.
"Um Sonho sem Limites" foi lançado pela Obras-Primas do Cinema e já se encontra disponível para compra, nas melhores lojas do ramo. Clique na capa para saber mais informações ou para adquirir a sua edição:
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"Um Sonho sem Limites" (To Die For) mistura humor negro, drama e ainda possui uma trama policial. O filme foi realizado em 1995...
CINEMATECA - A RAINHA DO CHANTECLER (LA REINA DEL CHANTECLER)
Após um período no México e nos EUA estrelando alguns filmes, Sara Montiel retornou à Espanha onde estrelou em 1957, "O Último Tango" (El Último Cuplé) filme que surpreendeu a todos com seu inesperado sucesso, já que foi feito com poucos recursos e todos apostavam em um fracasso certeiro. Com o sucesso de "O Último Tango", Sara teve finalmente sua grande oportunidade de brilhar, tendo papéis escritos especialmente para ela e filmes que traziam números musicais, onde Sara poderia mostrar seu talento musical.
No ano seguinte, Sara estrelaria "La Violetera", filme que a consagraria definitivamente. Mesmo fazendo alguns filmes em Hollywood, sua passagem por lá passou despercebida, mas com "La Violetera" Sara finalmente se fez notar e alcançou o sucesso mundial. Sua carreira como cantora também deslanchou e sua regravação da canção que dá nome ao filme é considerada um dos seus maiores sucessos. Após o sucesso arrebatador de "La Violetera", Sara assinou um contrato para estrelar diversos filmes e se tornou uma das maiores bilheterias hispânicas nas décadas de 50 e 60.
Em 1962, Sara estrelaria "A Rainha do Chantecler" (La Reina del Chantecler) um filme que se passa em Madrid no ano de 1916, durante a Primeira Guerra Mundial. Nesse filme, Sara interpreta uma cantora de café conhecida como "A Bela Charito", que vive um tórrido caso de amor com um de seus fãs. Charito se recusa a ter qualquer tipo de compromisso sério, pois acredita que um relacionamento poderá interferir em sua carreira. O que Charito não esperava era o seu amante se apaixonar perdidamente por ela, a ponto de pedi-la em casamento. Decidida a priorizar a sua carreira, Charito recusa o pedido. Sua recusa acaba acarretando uma tragédia e então Charito decide mais do que nunca, focar-se em sua carreira. Durante o filme, Sara interpreta algumas canções como "Loca", "La Mosca Indiscreta", "Solo Una Noche", "La Pulga Sabia", entre outras.
Após um período no México e nos EUA estrelando alguns filmes, Sara Montiel retornou à Espanha onde estrelou em 1957, "O Último Tan...
CINEMATECA - O PICOLINO (TOP HAT)
Dos dez filmes que Fred Astaire e Ginger Rogers fizeram, o mais memorável e mais lembrado é "O Picolino" (Top Hat) de 1935. Não que os outros sejam ruins ou menos memoráveis, mas "O Picolino" mostra Fred e Ginger no auge do carisma, inclusive esse foi o filme mais rentável de bilheteria da dupla e o segundo maior sucesso de bilheteria de Fred Astaire ( o primeiro seria "Desfile de Páscoa" (Easter Parade). O filme foi dirigido por Mark Sandrich que dirigiu a dupla em mais 4 filmes e ainda trabalhou com Fred Astaire separadamente.
Fred Astaire interpreta Jerry Travers um famoso dançarino que se encontra em Londres com seu produtor Horace (Everett Horton). Em uma ocasião Jerry conhece Dale (Ginger Rogers) e acaba se apaixonando por ela, passando a persegui-la. Dale acaba pensando que Jerry é casado com sua amiga Madge (Helen Broderick). Com isso o filme passa a mostrar vários encontros e desencontros. Além das situações engraçadas, o filme mostra também números musicais protagonizados pela dupla, entre eles o clássico "Cheek to Cheek", o maior e mais famoso número da dupla, sendo inclusive homenageado e reverenciado em alguns outros filmes, como em "A Rosa Púrpura do Cairo" (The Purple Rose of Cairo).
O vestido de Ginger Rogers no número "Cheek to Cheek" foi motivo de briga entre ela e Fred e é uma das maiores lendas da história de Holywood. Ginger fazia questão de usar um vestido cheio de penas, enquanto Fred e Mark sabiam que o vestido atrapalharia a performance da dupla. Mark sugeriu então que Ginger usasse um vestido branco que a própria já havia usado em "A Alegre Divorciada" (The Gay Divorcee), filme em que Mark havia dirigido a dupla um ano antes. Ginger se recusou e abandonou o set e Mark acabou cedendo. Como foi de se esperar a concepção do número foi desastrosa, com penas caindo de todos os lados. Curiosamente no filme a cena funcionou perfeitamente. Esse episódio da dupla, foi recriado em "Desfile de Páscoa" (Easter Parade) com Fred Astaire e Judy Garland. O vestido usado por Ginger encontra-se exposto no Museu Nacional Smithsonian de História Americana em Washington.
O filme foi indicado a 4 Oscars, incluindo Melhor Filme e Melhor Música. As músicas que faziam parte do filme, foram as mais tocadas durante aquele ano nos EUA. As músicas são de autoria de Irving Berlin, um dos maiores compositores americanos de todos os tempos, que compôs 17 trilhas para filmes e 21 para espetáculos da Broadway.
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Dos dez filmes que Fred Astaire e Ginger Rogers fizeram, o mais memorável e mais lembrado é "O Picolino" (Top Hat) de 1935. Não...
FOTOS DE BASTIDORES DE A FEITICEIRA (BEWITCHED)
Já falamos sobre "A Feiticeira" (Bewitched) aqui e hoje trazemos algumas fotos de bastidores para vocês matarem um pouco a saudade desse seriado maravilhoso.
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Já falamos sobre "A Feiticeira" (Bewitched) aqui e hoje trazemos algumas fotos de bastidores para vocês matarem um pouco a sa...
CINEMATECA - O VALE DOS REIS (VALLEY OF THE KINGS)
De olho no sucesso de "As Minas do Rei Salomão" (King Solomon's Mine) de 1950, a MGM decidiu investir mais nos filmes de aventura, com isso nasceu "O Vale dos Reis" (Valley of the Kings). O desejo de fazer o filme ocorreu durante o ano de 1952, porém o filme só foi realizado em 1954. Eleanor Parker foi a única atriz cotada para estrelar o filme. Para o papel masculino foi cogitado Howard Keel. O projeto acabou sendo engavetado. Hollywood na época vivia uma overdose de filmes com temática sobre o Egito.
Em 1954 finalmente o projeto se concretizou, com Eleanor Parker e Robert Taylor que já haviam trabalhado juntos anteriormente no filme "Seu Nome e Sua Honra" (Above and Beyond) em 1952. A dupla faria ainda mais um filme: "Sangue de Aventureiro" (Many Rivers To Cross) em 1955. O filme foi baseado em uma história de Robert Pirosh que também dirigiu o filme e o título se refere ao vale na margem Oeste do rio Nilo, no Egito, onde se encontram as tumbas dos reis egípcios. A MGM chegou a comprar um texto de arqueologia que continha um capítulo chamado "Ladrões no Vale dos Reis", que poderia ser visto como um suposto plágio para o roteiro do filme. O valor gasto na aquisição dos direitos do texto foi de 25.000 dólares.
O filme conta a história do arqueólogo Mark (Robert Taylor) que está à procura de túmulos antigos no Egito. Mark é abordado por Ann (Eleanor Parker) que tenta convencê-lo a ajudá-la a encontrar evidências sobre a viagem de José ao Egito antigo. Os dois então embarcam em busca da tumba do faraó Ra Hotep e durante a aventura passarão por perigos, intrigas e traições.As filmagens começaram em novembro de 1953, com locações reais no Egito. A equipe passou seis semanas entre o Cairo, Luxor, Faiyum, Suez, o Deserto da Líbia e as Pirâmides de Gizé. Gravações complementares ocorreram por mais cinco semanas em El segundo na Califórnia e nos estúdios da MGM. Eleanor Parker chegou a declarar que esse foi o filme mais difícil em que já trabalhou.
O Vale dos Reis foi lançado pela Classicline. Clique na capa, para maiores informações ou para comprar:
Em 1954 finalmente o projeto se concretizou, com Eleanor Parker e Robert Taylor que já haviam trabalhado juntos anteriormente no filme "Seu Nome e Sua Honra" (Above and Beyond) em 1952. A dupla faria ainda mais um filme: "Sangue de Aventureiro" (Many Rivers To Cross) em 1955. O filme foi baseado em uma história de Robert Pirosh que também dirigiu o filme e o título se refere ao vale na margem Oeste do rio Nilo, no Egito, onde se encontram as tumbas dos reis egípcios. A MGM chegou a comprar um texto de arqueologia que continha um capítulo chamado "Ladrões no Vale dos Reis", que poderia ser visto como um suposto plágio para o roteiro do filme. O valor gasto na aquisição dos direitos do texto foi de 25.000 dólares.
O filme conta a história do arqueólogo Mark (Robert Taylor) que está à procura de túmulos antigos no Egito. Mark é abordado por Ann (Eleanor Parker) que tenta convencê-lo a ajudá-la a encontrar evidências sobre a viagem de José ao Egito antigo. Os dois então embarcam em busca da tumba do faraó Ra Hotep e durante a aventura passarão por perigos, intrigas e traições.As filmagens começaram em novembro de 1953, com locações reais no Egito. A equipe passou seis semanas entre o Cairo, Luxor, Faiyum, Suez, o Deserto da Líbia e as Pirâmides de Gizé. Gravações complementares ocorreram por mais cinco semanas em El segundo na Califórnia e nos estúdios da MGM. Eleanor Parker chegou a declarar que esse foi o filme mais difícil em que já trabalhou.
O Vale dos Reis foi lançado pela Classicline. Clique na capa, para maiores informações ou para comprar:
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De olho no sucesso de "As Minas do Rei Salomão" (King Solomon's Mine) de 1950, a MGM decidiu investir mais nos filmes de ave...
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