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ESTANTE MUSICAL - SIMPLE MINDS - NEW GOLD DREAM
Hoje trago para vocês ouvirem, um dos álbuns mais famosos e mais importantes, tanto do Simple Minds, quando dos próprios anos 80: New Gold Dream (81/82/83/84).
O álbum foi lançado em 13 de Setembro de 1982, é o sexto álbum da banda, além de ser um dos mais famosos e também decisivos na discografia do Simple Minds, já que representou uma mudança significativa no estilo da banda. Graças ao som mais sofisticado, o grupo foi categorizado como "New Romantic" gênero musical bastante em alta até meados de 1985, com bandas como Duran Duran, Yazoo entre outras, fazendo parte deste gênero.
Por trás da produção do disco nomes fortes como Peter Walsh, além do famoso Herbie Hancock, responsável pelo solo sintetizador da faixa "Hunter and Hunted". O disco produziu sucessos como "Glittering Prize", "Someone Somewhere in Summertime" e "Promissed you a Miracle" (recomendo "Big Sleep", aliás recomendo o álbum todo), O álbum está entre os mil álbuns selecionados para a lista "Mil Álbuns que Você tem que Ouvir Antes de Morrer).
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Hoje trago para vocês ouvirem, um dos álbuns mais famosos e mais importantes, tanto do Simple Minds, quando dos próprios anos 80: New Gol...
AUDREY HEPBURN - A PRINCESA DE HOLLYWOOD
Audrey Hepburn, além de uma maravilhosa atriz, foi um exemplo de ser humano, graças aos seus trabalhos voluntários, além de um imortal e atemporal ícone da moda, é considerada a terceira maior lenda feminina do cinema, atrás apenas de Katharine Hepburn e Bette Davis.
Era a filha única de Joseph Anthony Ruston e Ella van Heemstra. Seu pai anexou o sobrenome Hepburn, tornando-a Audrey Hepburn-Ruston, (seu nome de batismo era Audrey Kathleen Ruston) .Tinha dois meio-irmãos: Alexander e Ian, do primeiro casamento de sua mãe. Seus pais acabaram se divorciando quando ela tinha 9 anos. Após esse ocorrido, Audrey foi mandada para um internato na Inglaterra, onde ela descobriu a vocação para a dança, ao aprender balé.
Em 1939, em virtude da Segunda Guerra Mundial, sua mãe decidiu levá-la para viver na Holanda, que acabou sendo invadida pelos alemães e com isso várias privações chegaram a todos. Além de passar fome, Audrey teve muitos de seus parentes mortos. Devido a esse trauma, anos mais tarde, ela recusaria o papel de Anne Frank no cinema. Após os pesadelos da guerra, Audrey e sua mãe, mudaram-se para a Inglaterra, onde Audrey ingressou na escola de balé Marie Rambet, uma renomada escola, porém Audrey sofreria uma grande decepção: sua professora a considerava alta demais e não a considerava talentosa. Com essa desilusão, passou a trabalhar como corista e modelo, para sustentar sua família. Audrey então decidiu nesse período investir na área de atuação, fez um documentário e uma série de pequenos filmes, sem muita repercussão.
Em 1939, em virtude da Segunda Guerra Mundial, sua mãe decidiu levá-la para viver na Holanda, que acabou sendo invadida pelos alemães e com isso várias privações chegaram a todos. Além de passar fome, Audrey teve muitos de seus parentes mortos. Devido a esse trauma, anos mais tarde, ela recusaria o papel de Anne Frank no cinema. Após os pesadelos da guerra, Audrey e sua mãe, mudaram-se para a Inglaterra, onde Audrey ingressou na escola de balé Marie Rambet, uma renomada escola, porém Audrey sofreria uma grande decepção: sua professora a considerava alta demais e não a considerava talentosa. Com essa desilusão, passou a trabalhar como corista e modelo, para sustentar sua família. Audrey então decidiu nesse período investir na área de atuação, fez um documentário e uma série de pequenos filmes, sem muita repercussão.
Em 1952 durante uma viagem para a França, foi notada pela escritora Collette, que na época trabalhava na montagem teatral de "Gigi". Encantada com Audrey, acabou-a escalando para o papel principal, porém as críticas não foram favoráveis em sua maioria, porém ninguém questionava o talento nato da intérprete da personagem. Mesmo "Gigi" sendo uma peça com críticas mais negativas que positivas, acabou sendo o fator decisivo para sua ascensão, garantindo um teste para o papel da princesa Ann no filme "A Princesa e o Plebeu" (Roman Holiday). William Wyler encantou-se com ela e acabou escalando-a para o papel. Com sua princesa Ann, Audrey conquistou Hollywood, ganhou fãs e a admiração de toda a equipe, incluindo Gregory Peck. Graças a esse desempenho, Audrey conquistou seu primeiro e único Oscar. Três dias após ganhar o Oscar, ganhou um Tony por seu desempenho na peça "Ondine".
Seu próximo trabalho seria "Sabrina" trabalhando com Billy Wilder, Humphrey Bogart e William Holden, sendo indicada pela segunda vez ao Oscar. Após uma sequência de sucessos, como "Cinderela em Paris" (Funny Face), "Uma Cruz na Beira do Abismo" (The Nun's Story), entre outros, Audrey em 1961, após retornar de uma licença-maternidade, estrelaria o filme que a consagraria de vez em Hollywood, além de transformá-la em definitivo em um ícone fashion: "Bonequinha de Luxo" (Breakfast at Tiffany's). Graças ao seu carisma, Audrey transformou a ingênua garota de programa Holly Golightly em uma das personagens mais amadas de todos os tempos. Nesse filme Audrey teve todo o figurino desenhado por Givenchy, seu amigo pessoal.
Em 1963, seria escalada para "My Fair Lady", entretanto suas cenas musicais foram dubladas, fator que causou imensa frustração à atriz e um grande mal-estar, pelo fato de Julie Andrews ter desempenhado o papel com louvor na Broadway e até então ser a grande favorita para o papel na versão cinematográfica. No fim, Audrey e Julie acabaram se entendendo, porém a primeira não foi indicada por seu desempenho, enquanto a segunda ganharia um Oscar naquele mesmo ano por "Mary Poppins".
Em 1987, Audrey deu início ao seu papel mais importante e mais reconhecido: o de Embaixatriz da UNICEF. Ela era sempre grata à UNICEF, pois foram eles que chegaram com mantimentos após o término da Segunda Guerra, salvando sua vida. Passaria os anos seguintes em grandes missões pelo mundo. Em 1989 fez uma pequena participação como um anjo no filme "Além da Eternidade" (Always) de Steven Spielberg. Em 1993 foi diagnosticada com um câncer do apêndice, que espalhou-se para o cólon. Após poucos meses de batalha, Audrey faleceria no dia 20 de janeiro de 1993, com apenas 63 anos, deixando milhares de fãs órfãos e uma linda história de amor, respeito, sobrevivência e superação para todo o sempre.
Em 1987, Audrey deu início ao seu papel mais importante e mais reconhecido: o de Embaixatriz da UNICEF. Ela era sempre grata à UNICEF, pois foram eles que chegaram com mantimentos após o término da Segunda Guerra, salvando sua vida. Passaria os anos seguintes em grandes missões pelo mundo. Em 1989 fez uma pequena participação como um anjo no filme "Além da Eternidade" (Always) de Steven Spielberg. Em 1993 foi diagnosticada com um câncer do apêndice, que espalhou-se para o cólon. Após poucos meses de batalha, Audrey faleceria no dia 20 de janeiro de 1993, com apenas 63 anos, deixando milhares de fãs órfãos e uma linda história de amor, respeito, sobrevivência e superação para todo o sempre.
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Audrey Hepburn, além de uma maravilhosa atriz, foi um exemplo de ser humano, graças aos seus trabalhos voluntários, além de um imortal ...
DANÇANDO NAS NUVENS (IT'S ALWAYS FAIR WEATHER) - UM MUSICAL MELANCÓLICO SOBRE AMIZADE
Quando falamos sobre musicais, sempre nos lembramos daquela atmosfera alegre, colorida e mágica que os rodeiam sempre. Os musicais existiam para fazer com que as pessoas pudessem sonhar em tempos difíceis. "Dançando nas Nuvens" (It's Always Fair Weather) é um musical que consegue se desvencilhar dos demais: é um musical colorido, porém amargo, triste e melancólico, sobre amizades. Tais ingredientes acabaram afastando o público, mas com o avanço dos anos, o filme voltou a ser resgatado e hoje consegue mostrar a sua importância, mesmo que no fundo ele tenha destoado de boa parte dos elementos fundamentais do gênero.
Betty Comden e Adolph Green conceberam a história do filme, primeiramente como uma continuação de "Um Dia em NY" (On The Town) e a princípio seria um show da Broadway, mas por insistência de Gene Kelly, a história foi transformada em um roteiro. A MGM porém não estava interessada na história como uma continuação de "Um Dia em NY", pelo fato de terem que contratar Frank Sinatra que já havia causado problemas no estúdio anteriormente e tinha uma fama de difícil de se lidar e também não queriam Jules Munshin, que na época já se encontrava com a carreira em declínio.
A solução então foi reformular a história, fazendo algumas mudanças e evitando a associação com "Um Dia em NY". Gene Kelly havia anteriormente passado uma boa temporada na Europa, fugindo das tributações. No continente, chegou a filmar alguns filmes que fracassaram, com isso, se viu forçado a voltar para os EUA. Com as reformulações no roteiro prontas, Gene Kelly buscou em Stanley Donen, que já havia dirigido "Cantando na Chuva" (Singin' the Rain) e "Um Dia em NY", um parceiro para co-dirigir. Os dois haviam co-dirigido "Um Dia em NY" anteriormente.
Gene Kelly tinha a fama de ser uma pessoa bastante difícil e perfeccionista para se trabalhar e Donen que até então era amigo de Gene Kelly, relutou em trabalhar novamente com ele, mas no final acabou aceitando. Durante a produção do filme, os dois entraram em diversas divergências, resultando no fim da amizade entre os dois. Gene Kelly contou também com o descaso da MGM na produção do filme. Com a ascensão da televisão, o cinema se encontrava em declínio e o primeiro gênero a sofrer uma queda brusca foi justamente os musicais.
A MGM pouco se importou com a divulgação do filme, além de impor diversas dificuldades na produção do filme. Uma dessas dificuldades foi filmar o filme em CinemaScope, um método de filmagem ao qual Gene Kelly não estava tão habituado como seu famoso "rival" Fred Astaire. O filme acaba mostrando alguns dos esforços de Gene Kelly em se adaptar ao CinemaScope.
O filme se passa no final da Segunda Guerra Mundial, mostrando o pacto de três ex-combatentes e amigos: Ted (Kelly), Doug (Dan Dailey) e Angie Valentine (Michael Kidd) de se reencontrarem dez anos depois em um bar frequentado pelos três. Nos anos que antecedem o reencontro, Ted que queria ser um advogado, acaba se tornando um promotor de lutas. Doug que queria ser um pintor se torna um publicitário frustrado e com o casamento em crise. Angie que planejava ser um chef, é dono de uma lanchonete. Chegando a data de reencontro, o trio se encontra em um caríssimo restaurante, como convidados de Doug.
Os três amigos se chocam ao perceberem como mudaram num espaço de tempo, em como não conseguiram realizar seus sonhos e em como estão diferentes. Ainda no restaurante, Doug encontra seu patrão, que lhe apresenta uma produtora de TV chamada Jackie (Cyd Charisse). Jackie precisa de uma ideia, para um programa de TV, onde são levados convidados surpresa e ao ter conhecimento do reencontro do trio, acredita que isso daria uma ótima pauta para o programa.
O filme chegou aos cinemas em 1955, numa época em que os musicais já não entusiasmavam tanto o público e esse foi um dos fatores que determinaram o seu fracasso nas bilheterias. Outro fator que pode ter afugentado o público, foi a linguagem pessimista sobre amizade, utilizada no filme. Boa parte do fracasso do filme, se deu pelo fato da direção da MGM, pouco se importar em divulgar o filme, que contrário ao fracasso de público, foi bem recebido pela crítica. Nem mesmo os elogios calorosos dos jornalistas e críticos especializados, fizeram o público ir aos cinemas e o filme acabou ficando por anos no esquecimento.
Com o passar dos anos, o filme foi resgatado e teve sua importância reconhecida, principalmente por ser um musical que destoava do gênero, geralmente otimista e alegre. Cenas do filme foram exibidas em "Era Uma Vez em Hollywood II" (That's Entertainment, Part II) de 1976. Chegou a ser indicado para uma lista de 25 melhores musicais realizada em 2006. Mesmo sendo um fracasso de bilheteria, o filme conseguiu duas indicações ao Oscar, uma delas na categoria de Melhor Roteiro.
"Dançando nas Nuvens" foi lançado pela Classicline, clique na capa, para maiores informações ou para comprar:
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Quando falamos sobre musicais, sempre nos lembramos daquela atmosfera alegre, colorida e mágica que os rodeiam sempre. Os musicais existi...
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